O valor da pensão não é tabelado e deve cobrir o padrão de vida que ele tinha, incluindo aluguel, escola, plano de saúde, lazer e vestuário.
Vamos ser diretos: NÃO!
Muitas mães acreditam que devem arcar com metade dos custos, mas a lei não diz isso. A obrigação de sustento é de ambos, mas a divisão é PROPORCIONAL à capacidade de cada um.
Se o pai ganha R$ 10.000 e a mãe R$ 3.000, não é justo que a divisão seja “meio a meio”. Quem pode mais, paga mais. É o que diz o Código Civil.
O erro mais comum é achar que “alimentos” se referem apenas à comida. Na verdade, a pensão deve cobrir TODAS as necessidades do seu filho:
Se o valor atual não cobre isso, ele está errado e pode ser revisto.
Agora que você sabe o que a pensão cobre, entenda como o Juiz decide o valor. Ele analisa 3 pilares (o “trinômio”) :
Quais são os custos reais do seu filho? (Usamos a lista acima para comprovar todos os gastos detalhadamente)
Qual a capacidade financeira real do pai? (Aqui entra nossa investigação)
O Juiz equilibra a necessidade do filho com a possibilidade do pai, de forma justa e proporcional aos ganhos dele.
Importante: Não existe um percentual fixo (como 30%) na lei. Cada caso é único.
Muitos pais dizem “estou desempregado”, “ganho só um salário mínimo” ou “minha empresa está no vermelho” para pagar menos.
Para isso, usamos nossa Metodologia de Investigação Patrimonial Legal Não nos baseamos no que ele diz que ganha, mas no que ele demonstra gastar.
Usamos meios legais para provar a renda:



Não adianta ele dizer que ganha R$ 2.000 se o Instagram mostra ele jantando em lugares caros toda semana.
Para os 3 últimos meses em atraso. É a medida mais rápida e eficaz. A prisão pode durar de 1 a 3 meses.
Bloqueio de contas bancárias (Pix, poupança, etc.). Penhora de bens (carro, imóveis, investimentos). Protesto do nome (nome sujo no SPC/Serasa). Recolhimento da CNH (Carteira de Motorista) e Passaporte.
O desemprego não tira a obrigação. O juiz fixa um valor baseado no salário mínimo ou na capacidade de trabalho dele.
A obrigação é de ambos. Quem não mora com a criança deve contribuir.
Até os 18 anos. Ou, se estiver cursando faculdade ou curso técnico, pode ir até os 24 anos.
Nossa atuação é 100% pautada no Código de Ética da OAB. Combinamos uma abordagem humanizada para entender sua dor com a agressividade técnica necessária para defender os direitos do seu filho.
Equipe com +30 profissionais;
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Você não precisa enfrentar essa luta sozinha! Estamos aqui para garantir que seu filho receba o que é direito dele.
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Nosso time tem vocação para cuidar de pessoas e do seu caso, em especial. Elaboramos estratégias individualizadas necessárias para lograr êxito em cada processo, tudo dentro das leis brasileiras.